sexta-feira, 17 de junho de 2016

It's not the end! But the system Dilma Rousseff, made it to the Temer.O to do to solve this problem !? "Journalist / Reporter. Rubenn Dean Paul Alws" Rio de Janeiro "Brazil!

Jornalista/Repórter. Rubenn Dean Paul Alws " Rio de Janeiro " Brasil!

...Brasil desmoralizado nos maiores jornais do mundo...

Washington Post - "A pressão política no Brasil, em função das denúncias de corrupção, acua o presidente interino Michel Temer"
Financial times - "Temer passa por dificuldades por escândalos de corrupção"
Wall Street Journal - "Presidente brasileiro MIchel Temer diz que delator mente"
El País - "Temer é acusado de corrupção"
Stratfor - "Até quando o Brasil vai tolerar a corrupção?"








The Intercept - "Conforme a corrupção se alastra, cai a máscara do governo Temer"
Como o JB antecipou em sua coluna, a sucessão de escândalos faz o Brasil voltar a ser desmoralizado nos maiores jornais do mundo.
Governo de Michel Temer é destaque nos grandes jornais do mundo.
"Journalist / Reporter. Rubenn Dean Paul Alws " Rio de Janeiro " Brasil!
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Jornalista/Repórter. Rubenn Dean Paul Alws " Rio de Janeiro " Brasil! ... Acredito ter espaço para todos nós ...

O jornalismo na era da informação


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Em artigo para o Objethos, o pesquisador de mídia Carlos Castilho fala sobre as novas possibilidades para o jornalismo na era da informação. Para ele, o deslumbramento com as novas tecnologias, e o marketing pesado em torno delas, ainda não permitiu mensurar totalmente seu impacto social, mas essa revolução já começou.

As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) quebraram o monopólio da indústria jornalística. E na medida em que um meio de produção se torna acessível, o desenvolvimento da capacidade de produzir é apenas uma questão de tempo.

“Ao dar às pessoas a capacidade de recolher, editar, publicar e distribuir notícias, as TICs reduziram drasticamente o desnível informativo entre jornalistas e o público”, explica Castilho. “Hoje, os blogs, redes sociais, Youtube, Twitter, Whatsapp e outros aplicativos permitem uma distribuição horizontal de conteúdos e a eliminação de fronteiras informativas, o que colocou repórteres e editores quase no mesmo nível que o cidadão comum, quando se trata de notícias”.

Do ObjEthos

Comentário da semana: a nova parceria entre jornalistas e leitores

Por Rubenn Dean Paul Alws & outros



Entre todas as mudanças em curso no campo da comunicação, a que mais afetará o exercício do jornalismo é provavelmente o surgimento de uma nova relação entre os jornalistas e o público. Por enquanto, a fascinação com os novos gadgets ofusca a discussão sobre o impacto das tecnologias no comportamento das pessoas, mas começa a pipocar em várias partes do mundo, inclusive aqui no Brasil, a preocupação com o futuro papel dos jornalistas na era digital.

Quando as TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) deram às pessoas a capacidade de produzir, publicar e difundir notícias foi quebrada uma das bases fundamentais da indústria dos jornais, revistas, radiojornalismo e do telejornalismo. Além disso, as crenças e valores que sustentam a retórica das empresas de comunicação jornalística perderam validade na medida em que a imprensa deixou de ter a exclusividade no fornecimento de notícias para a população.

Nós ainda não realizamos o potencial transformador das TICs no jornalismo porque somos bombardeados 24×7 pelo marketing das novas tecnologias e porque continua forte a herança das rotinas e valores da era industrial na comunicação.

Mas o impacto das novidades no campo da informação tende a passar e já surgem sinais de que as preocupações se deslocam para a relação entre o exercício do jornalismo e as necessidades ou desejos de leitores, ouvintes, telespectadores e internautas. São prova disto, as polêmicas em curso sobre privacidade, algoritmos informativos, direitos autorais e novas abordagens na questão da ética jornalística.

Ao dar às pessoas a capacidade de recolher, editar, publicar e distribuir notícias, as TICs reduziram drasticamente o desnível informativo entre jornalistas e o público. Até agora, os jornalistas eram a única fonte de acesso ao mundo situado além dos limites de nossa vivência individual. Hoje, os blogs, redes sociais, Youtube, Twitter, Whatsapp e outros aplicativos permitem uma distribuição horizontal de conteúdos e a eliminação de fronteiras informativas, o que colocou repórteres e editores quase no mesmo nível que o cidadão comum, quando se trata de notícias.



Esta mudança tende a acabar com a mística do jornalista como o “homem que sabe das coisas”, da mesma forma que vai eliminando aos poucos o acesso privilegiado da imprensa às fontes de informação na medida em que governantes, políticos, empresários, intelectuais e personalidades passam a expor diretamente suas ideias e informações em blogs pessoais ou em postagens em redes sociais.

Interdependência

A redução das diferenças informativas entre jornalistas e o cidadão comum tende a criar uma mútua dependência, porque o profissional necessita de dados e fatos para poder transformá-los em notícias por meio da contextualização, checagem de autenticidade, exatidão, pertinência e atualidade, ao mesmo tempo em que as pessoas precisam aprender a lidar com a informação.

Esta dependência mútua gerou o fenômeno denominado engajamento com as audiências, por meio do qual a relação entre jornalistas e o público passa a um estagio mais avançado. Passa-se da mera colaboração episódica para a busca da identificação de motivações, necessidades não expressas e objetivos imprecisos. As políticas de engajamento já se tornaram comuns em vários projetos jornalísticos nos Estados Unidos e países nórdicos. Mais detalhes no informe Engaging Communities Through Solutions Journalism.

Esta é outra alteração muito importante na rotina do exercício do jornalismo porque, até agora, ainda é muito entranhada no cotidiano das redações, a ideia de que o jornalista não deve se envolver com as audiências para, supostamente, ter melhores condições de avaliar os acontecimentos e os posicionamentos dos protagonistas de uma notícia. Esta exigência de distanciamento, que foi um dos motivos do fracasso das experiências de jornalismo cívico nos Estados Unidos, na década de 70, é cada vez menos invocada nas redações contemporâneas.



As estratégias de engajamento são específicas de realidades concretas, ou seja, não há uma regra porque cada caso determina um tipo próprio de relacionamento entre jornalistas e o público. Uma das estratégias que logrou maior visibilidade é a do chamado jornalismo de soluções, onde os jornalistas participam da busca de alternativas para problemas de uma comunidade. Já existe até uma rede internacional para troca de experiências sobre o engajamento de jornalistas na busca de soluções para problemas locais (Solutions Journalism Network).

O desdobramento natural do engajamento é a formação das chamadas comunidades de informação, que autores como o norte-americano Yochai Benkler consideram um dos modelos futuros para a nova estrutura de informação pública na era digital. Um exemplo concreto do que podem vir a ser as comunidades de informação é o caso da cidade espanhola de Jun, ao sul de Granada, onde o aplicativo Twitter faz a gestão das relações comunitárias em todo os níveis, do social, educacional, administrativo, policial, politico até o atendimento médico.

Embora todas estas experiências sobre o novo relacionamento entre jornalistas e o público ainda estejam na fase do erro a acerto, uma pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia mostrou que elas são a base para o desenvolvimento de um novo modelo de negócios e de um novo sistema de governança para projetos jornalísticos. A crise do modelo tradicional, baseado na publicidade paga, a sobrevivência de novos empreendimentos jornalísticos dependerá mais do que agora do envolvimento do público seja como fornecedor de conteúdos (crowdsourcing), seja com participação financeira por meio de doações ou acesso pago

Carlos Castilho é editor do Observatório da Imprensa, pós-doutorando no POSJOR e pesquisador associado do objetos








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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Jornalista/Repórter. Rubenn Dean Paul Alws " Rio de Janeiro " Brasil! A PÁTRIA DE CHUTEIRAS DEMITIU O TÉCNICO DE FERRADURAS.


Jornalista/Repórter. Rubenn Dean Paul Alws " Rio de Janeiro " Brasil!

A PÁTRIA DE CHUTEIRAS DEMITIU O TÉCNICO DE FERRADURAS.


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A pátria de chuteiras demitiu de novo o técnico de ferraduras.

Mas não foi só ela porque futebol, hoje, não é apenas “bola rolando”, é também “grana rolando”.

Dispensado da Seleção, Dunga foi substituído, mais uma vez, para felicidade geral da nação e de uma dúzia de patrocinadores.

Trata-se de marcas globais e poderosas, nacionais e internacionais, que, no conjunto dos contratos, jogam nos cofres particulares da CBF quase 1 bilhão de reais.

Os interesses de Coca-Cola, Mastercard, Samsung, Nike, GM, Itaú, AmBev, Vivo, Gol e outras gigantes também pesaram na decisão de chutar o treinador pra escanteio.

Dunga é péssimo garoto-propaganda; com ele, a Seleção é péssima vitrine de marketing; e, como se sabe, dinheiro não aceita desaforo – não o desaforo de perder, mas o desaforo de jogar sem dignidade, ou o desaforo de jogar fora o pouco de dignidade que o país ainda tinha.

Essas empresas despejam fortunas no futebol pentacampeão a pretexto de se destacar no mundo do consumo e dos negócios.

Porém, a estratégia de jogo capitalista, com Dunga, esbarrava no regime fechado, taciturno, rabugento e quase comunista, sob a mão de ferro de um velho ditador nas novas arenas.

Só faltava o “ex-professor” querer ser chamado pelos jogadores de “Grande Líder”, “Inigualável Patriota” e “Sol da Humanidade”, como faz lá na Coreia do Norte o tal do Kim Jong-un.

O general que exigia fidelidade e submissão e comandava os jogadores a portas fechadas, mantendo as marcas longe da imprensa, da torcida e do mercado é agora… passado.

Caberá ao substituto reconciliar a Seleção com o seu melhor futebol, mas… sem nunca perder de vista os seus melhores patrocinadores.
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terça-feira, 14 de junho de 2016

Discriminados: Negros Discriminados: Negros " Rubenn Dean Paul Alws " Rio de Janeiro " Brasil!

Rubenn Dean
Paul Alws
Rio de Janeiro
Brasil!

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Jornalista/Repórter. Rubenn Dean Paul Alws " Rio de Janeiro " Brasil!

Temer e COI não se acertam sobre convite a Dilma nas Olimpíadas

Presidente interino disse que cabe à organização, mas presidente do comitê negou.


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Em visita ao Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, o presidente interino Michel Temer desconversou ao ser questionado por jornalistas sobre a possibilidade de a presidente afastada Dilma Rousseff ser convidada para a abertura dos Jogos Olímpicos, em agosto. Apesar de ter respondido que "tanto faz", Temer jogou a responsabilidade para o Comitê Olímpico, que já negara mais cedo sua ingerência a respeito da participação de autoridades brasileiras, incluindo Dilma.
"Isto é da organização das Olimpíadas, né? Não é de hoje que eu falo em pacificação do país, da unidade do país. O que não podemos ter é brasileiros disputando contra brasileiros. Isso foge à tradição sentimental do nosso povo. As olimpíadas revelarão a possibilidade de reunificação do pensamento nacional. Não tenho nenhuma objeção (ao convite a Dilma). Para mim tanto faz", disse Temer.
Na manhã desta terça-feira, logo após reunião com Temer, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, disse à imprensa que a presença e o convite a autoridades brasileiras competia ao governo.
"Os convites a autoridades políticas não são de responsabilidade do COI e não temos nada a falar sobre isso", disse Bach, em referência a Dilma, para complementar em seguida: "Os convites a autoridades brasileiras não são feitos pelo COI", afirmou Bach.
Temer evita falar sobre pedido de suspensão de direitos políticos de Cunha
Perguntado sobre as ações do Planalto em relação ao pedido do Ministério Público Federal de suspender os direitos políticos de seu aliado, o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente interino disse que não comentaria o fato para evitar a interferência entre poderes.
"Se eu respondesse a essa questão, estaria interferindo, como presidente da República, numa matéria que não cabe ao Executivo", afirmou, suspendendo a breve entrevista que concedeu nas instalações do Parque Olímpico, no Rio, em sua primeira viagem oficial como presidente, ao lado do governador em exercício, Francisco Dornelles, do prefeito do Rio, Eduardo Paes, e dos ministros Leonardo Picciani (Esportes), Raul Jungmann (Defesa), Moreira Franco (secretário do Programa de Parcerias de Investimentos), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Alexandre de Moraes (Justiça).
Temer visitou o Parque Olímpico da Barra, na zona oeste do Rio, acompanhado de parte do corpo ministerial, do governador do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, do prefeito da capital, Eduardo Paes, e do presidente do Comitê Rio 2016. 
O presidente interino informou aos jornalistas que terá uma reunião com o governador em exercício do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, para tratar dos recursos federais que serão destinados à finalização da obra da Linha 4 do metrô, um dos compromissos do estado do Rio para os Jogos.
"Estão sendo finalizados os estudos financeiros", disse Temer, que disse que poderá divulgar mais detalhes sobre o assunto na semana que vem. "Vamos ter uma conversa logo adiante, para se equacionar em definitivo a questão do metrô."
Temer disse ter visualizado com entusiasmo as obras feitas na cidade, para o evento, e lembrou que a cerimônia de abertura e as competições serão acompanhadas em todo o mundo.
"Cinco bilhões de pessoas estarão com os olhos voltados para o nosso país. Por  isso, é importantíssimo vir aqui, com parte do ministério, para conhecer as obras e evidenciar que vamos colaborar não apenas com palavras, mas também com necessidades de natureza financeira".


















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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Minha Opinião: ... Enquanto a nação sofre por erros de uma má administração; esse Sr. lutando pelo poder!... Realmente o povo merece respeito! Esse é o Brasil do tudo posso! Nós os Brasileiros, estamos perdidos nas mãos desses Sres.

Jornalista/Repórter. Rubenn Dean paul Alws " Rio de Janeiro " Brasil!

Eduardo Cunha avisa a Michel Temer que, se cair, leva deputados e aliados.

Minha Opinião: ... Enquanto a nação sofre por erros de uma má administração; esse Sr. lutando pelo poder!... Realmente o povo merece respeito!

Esse é o Brasil do tudo posso!

Nós os Brasileiros, estamos perdidos nas mãos desses Sres.

O presidente afastado da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB) enviou um recado ao presidente interino, Michel Temer (PMDB). Ele indica que, se cair, pode levar junto outros 150 deputados federais, um senador e um ministro próximo ao correligionário. Michel Temer tem sido pressionado para se afastar do deputado.
Informações da imprensa, algumas publicações em alguns jornais, revistas e outros veículos, dão conta de que Eduardo Cunha estaria se negando a renunciar à presidência da Casa, para não ser preso. 
Na semana passada, a esposa Cláudia Cruz se tornou ré em Curitiba, em despacho assinado por Sergio Moro. O juiz pediu manifestação do MPF sobre a situação da filha Danielle Ditz Cunha. Uma nova denúncia contra Eduardo Cunha também foi oferecida.
O despacho de Moro atestou que a alegação de Cunha de que as contas e valores eram titularizados por trusts ou off-shore é "bastante questionável", e que a justificativa de que o valor recebido da Acona seria a devolução de um empréstimo "não se encontra, em princípio, acompanhada de qualquer prova documental".
O MPF imputa a esposa de Cunha o crime de lavagem de dinheiro, pela ocultação dos recursos de propina em conta secreta no exterior, da qual era beneficiária final, e a utilização desses recursos para pagamentos e gastos de luxo.
"A acusada Cláudia Cordeiro Cruz, esposa do parlamentar, teria se beneficiado de parcela do produto do crime, utilizando ainda expedientes para ocultar o seu recebimento e a sua fruição", informa o despacho de Moro.








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